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ACM Neto reage às mortes de policiais em Salvador


A morte de dois agentes de segurança em um intervalo de menos de 12 horas, na quarta-feira (15), em Salvador, provocou reação do vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, que criticou o cenário da segurança pública na Bahia e prestou solidariedade às famílias das vítimas.


Pela manhã, o investigador Adailton Oliveira Rocha, da Polícia Civil, foi morto a tiros no bairro de Tancredo Neves. Lotado na 11ª Delegacia Territorial, ele participava de uma ação investigativa quando foi surpreendido por disparos na Rua Paulo Valverde.


Já à noite, o soldado da Polícia Militar, identificado como Novaes, foi baleado durante uma operação na localidade de Manguinhos, no Engenho Velho de Brotas. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Geral do Estado, mas não resistiu após ser atingido por um disparo em uma artéria.


Ao comentar os episódios, ACM Neto afirmou que os crimes refletem uma realidade preocupante no estado. “O assassinato de dois policiais hoje escancara mais uma vez a triste realidade da segurança pública da Bahia. Não é um caso isolado, já que oito policiais foram mortos desde o início do ano. Isso não é normal, gente. Desde janeiro, 23 agentes de segurança ficaram feridos à bala somente em Salvador e região metropolitana. O que deveria ser exceção, virou rotina, infelizmente”, declarou.


O ex-prefeito de Salvador também destacou o aumento da violência contra agentes públicos. “A Bahia virou um território onde nem quem combate o crime está seguro”, afirmou.


Na mesma declaração, Neto prestou solidariedade às famílias das vítimas. “Minha solidariedade às famílias do investigador Adailton Oliveira Rocha, da Polícia Civil, que foi morto a tiros no bairro de Tancredo Neves, e do soldado Novaes, da Polícia Militar, assassinado no bairro de Engenho Velho de Brotas, e todas as seis famílias dos policiais que infelizmente perderam a vida em 2026”, disse.


Neto voltou a cobrar mudanças na condução da segurança pública no estado. “Isso não é normal. Não pode ser tratado como rotina. Quando o crime enfrenta o Estado dessa forma, é sinal claro de que algo está totalmente errado. A Bahia precisa de comando, estratégia e respeito às forças de segurança. Porque quando um policial é atacado, toda a sociedade fica mais vulnerável”, afirmou.



 
 
 

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© 2022 por Fabio China

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