CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula
- Equipe do Blog

- 26 de fev.
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Brasil

A CPI mista do INSS aprovou nesta quinta-feira (26) a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após a votação, houve confusão e empurra-empurra entre parlamentares, com registro de agressões. A sessão chegou a ser suspensa e depois retomada.
Entre os envolvidos no tumulto estavam os deputados Rogério Corrêa (PT-MG), o relator Alfredo Gaspar (União-AL), Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ). Lima afirmou ter sido atingido com um soco; Corrêa admitiu que o acertou durante o empurra-empurra e pediu desculpas.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) pediu a anulação do resultado, alegando erro na contagem da votação simbólica, feita por contraste visual. Segundo ele, houve divergência nas imagens da sessão. O presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), rejeitou o pedido e manteve o placar de 14 votos a 7, afirmando que a contagem foi realizada duas vezes e que suplentes não tinham direito a voto.
Na mesma sessão, a comissão aprovou a convocação de Gustavo Gaspar, ex-assessor do presidente do Senado Davi Alcolumbre, e do ex-CEO do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, além da quebra de sigilos da instituição.
Lulinha entrou na mira da oposição após a Polícia Federal apreender mensagens de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, que mencionariam o “filho do rapaz” ao tratar de um pagamento de R$ 300 mil à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Segundo o relator Alfredo Gaspar, há suspeita de que ele tenha atuado como “sócio oculto” de Antônio Camilo. Roberta nega irregularidades.






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