Gildásio Penedo toma posse como presidente do TCE/BA
- Luis Gaban
- há 1 dia
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Bahia

Ao tomar posse, em sessão solene realizada na terça-feira (6), o novo presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE), conselheiro Gildásio Penedo Filho, fez questão de garantir que a Corte de Contas baiana continuará na sua trajetória de evolução e em busca do diálogo e das soluções consensuais, embora sem abrir mão dos seus deveres de fiscalizar e punir as irregularidades, quando necessário. Além do presidente, foram empossados o vice-presidente, conselheiro Marcus Presidio, e a corregedora, conselheira Carolina Matos.
Em breve pronunciamento, o novo presidente do TCE/BA fez um resumo do processo evolutivo do posicionamento dos Tribunais de Contas do Brasil, que passou das ações puramente punitivas para o exercício do constante diálogo e orientação aos gestores, chegando até, em época mais recente, à intermediação em busca de soluções consensuais em torno de projetos que estavam em situação de impasse. Elogiou a posição vanguardista do TCE/BA ao aderir à solução do consensualismo, que veio dar guarida à possibilidade de compreensão das dificuldades do gestor e, sobretudo, de se alcançar a eficiência da ação política.
Ele fez questão de agradecer o apoio que o TCE/BA vem recebendo para bem cumprir a sua missão, citando todos os conselheiros integrantes do Tribunal pleno e tecendo elogios à gestão do presidente Marcus Presidio. Gildásio fez questão de fazer um agradecimento especial aos seus familiares: o pai, Gildásio Penedo, a esposa, Roberta, que comemorava o seu aniversário, e os filhos Bernardo e Maria Eduarda. E revelou, de forma especial, a presença, no auditório, de uma caravana de moradores da sua cidade natal, Tucano, que fizeram questão de prestigiar a posse da nova Mesa Diretora, além de agradecer também, a participação, ali, de vários prefeitos e ex-prefeitos.
AVANÇOS
Ao se despedir da Presidência, o conselheiro Marcus Presidio afirmou que, desde o seu primeiro dia no cargo, teve a clareza de que o Tribunal precisava avançar, “sem abrir mão da defesa intransigente do interesse público e o compromisso com a sociedade baiana”, acrescentando que buscou fortalecer a instituição, tornando-a mais moderna, mais efetiva e mais conectada à realidade, avançando para além da lógica exclusivamente punitiva, apostando em mecanismos capazes de prevenir falhas, corrigir rumos e produzir resultados, citando como exemplos a experiência das soluções consensuais em projetos estratégicos, como o VLT e a Ponte Salvador-Itaparica.
E citou, ainda, um processo envolvendo a construção de uma casa de farinha no interior, que foi construída mas estava sem uso pela comunidade. E decisão do Tribunal Pleno foi, em vez de punir os responsáveis pela irregularidade, adotar medidas concretas para viabilizar o funcionamento da unidade, resgatando a finalidade social do convênio, com prazos, acompanhamento institucional e suspensão da Tomada de Contas até a nova deliberação.










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