Téo Senna critica mudança de nome de escola modelo em Salvador: “Como se isso fosse o problema da educação na Bahia”
- Equipe do Blog

- há 6 dias
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Bahia

O vereador Téo Senna (PSDB) criticou a decisão do governo do Estado de retirar o nome do ex-deputado Luís Eduardo Magalhães de mais uma escola da rede estadual, desta vez de um colégio modelo localizado na Avenida San Martin. Para o tucano, a medida caracteriza perseguição política, tentativa de apagar a memória da Bahia e desrespeito à história do Estado.
“A retirada do nome de Luís Eduardo Magalhães não é um fato isolado. Trata-se de uma prática recorrente dos governos do PT, que insistem em reescrever a história e apagar nomes que não fazem parte do seu campo ideológico. Isso é pequeno, mesquinho e não contribui em nada para melhorar a vida das pessoas. Como se isso fosse o grande problema da Educação na Bahia”, afirmou Senna.
Segundo o vereador, a mudança também desrespeita a comunidade escolar, que construiu sua identidade ao longo dos anos vinculada ao nome da escola. “É um desrespeito com alunos, professores, servidores e moradores da região, que sempre reconheceram e utilizaram esse nome. O governo toma decisões sem diálogo e sem qualquer sensibilidade com a história local”, criticou.
Téo Senna ressaltou que Luís Eduardo Magalhães foi uma das figuras mais relevantes da política nacional, tendo presidido a Câmara dos Deputados e sendo um nome que marcou a história democrática do país antes de sua morte precoce, em 1998. “Independentemente de posições políticas, Luís Eduardo faz parte da história da Bahia e do Brasil. Apagar seu nome é um gesto de intolerância e revanchismo”, disse.
O vereador ainda destacou que o governo estadual parece mais preocupado com disputas ideológicas do que com a qualidade do ensino. “Enquanto o PT se ocupa em trocar placas e nomes de escolas, a educação da Bahia segue entre as piores do Brasil. Os indicadores nacionais, como o IDEB, mostram claramente o fracasso da política educacional do estado”, afirmou.
Para Senna, o foco deveria ser outro. “O governo deveria estar concentrado em melhorar o ensino oferecido aos estudantes, valorizar professores, investir em infraestrutura e elevar os índices de aprendizagem. Em vez disso, prefere incentivar brigas ideológicas e perseguições políticas que não levam a lugar nenhum”, concluiu.










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