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Petróleo se encaminha para aumento recorde com escalada da guerra

Mundo


Os preços do petróleo dispararam nesta segunda-feira (9), impulsionados pela escalada da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã e pelo risco de interrupções no transporte marítimo no Oriente Médio. O barril do Brent subia 16,7%, a US$ 108,20, enquanto o WTI avançava 15,7%, a US$ 105,13, registrando um dos maiores saltos diários já vistos.


O mercado reage a cortes de produção por grandes produtores e às ameaças ao fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial. As dificuldades logísticas já afetam compradores asiáticos, altamente dependentes do petróleo da região.


Na semana passada, o Brent já havia subido 27% e o WTI 35,6%. Analistas alertam que, se o fluxo pelo estreito não for normalizado e as tensões persistirem, a pressão de alta sobre os preços deve continuar.


Parte do avanço perdeu força após a informação de que ministros das Finanças do G7 e a Agência Internacional de Energia discutem liberar reservas estratégicas de petróleo. A Saudi Aramco também anunciou oferta imediata de petróleo por meio de licitações.


A crise se agrava com cortes de produção no Iraque e no Kuwait, além de interrupções em refinarias e incidentes em instalações petrolíferas na região. Analistas avaliam que, se o conflito continuar e o Estreito de Ormuz permanecer ameaçado, o WTI pode chegar entre US$ 120 e US$ 130 por barril no curto prazo.

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© 2022 por Fabio China

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