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  • Após renovação da concessão da Coelba, Luciano Ribeiro cobra fiscalização da Agerba

    O deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil) cobrou que a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) volte a atuar na fiscalização da Neoenergia diante dos constantes apagões registrados em diversas cidades do estado. A cobrança ocorre após o Ministério de Minas e Energia (MME) oficializar, na última segunda-feira (6), a renovação do contrato de concessão da Neoenergia Coelba por mais 30 anos. A decisão garante a continuidade da operação da distribuidora na Bahia e faz parte de um pacote que inclui outras 13 concessionárias no país. Com o aval do Governo Federal, a empresa tem até 60 dias para assinar o novo contrato. A Coelba também assumiu o compromisso de investir R$ 16 bilhões entre 2026 e 2029. Para Luciano Ribeiro, a renovação do contrato precisa vir acompanhada de maior rigor na fiscalização do serviço prestado à população. “Não é possível renovar um contrato por mais 30 anos enquanto a população segue enfrentando apagões constantes. Falta fiscalização efetiva e presença do Estado para cobrar melhorias no serviço”, afirmou. O parlamentar destacou que, atualmente, a fiscalização da concessionária é feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mas defendeu o fortalecimento da atuação da Agerba, como ocorria até 2008, quando havia um convênio entre os dois órgãos durante a gestão do ex-governador Paulo Souto. Segundo ele, a retomada desse modelo depende de mudanças estruturais no órgão estadual. Entre as exigências apontadas pela própria Neoenergia estão a criação de regras mais rígidas de governança, com diretores com mandato fixo e aprovados pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), além de maior autonomia institucional. “O que está faltando é o governo cumprir essas exigências. A Agerba precisa deixar de ser um órgão político e passar a ter uma estrutura técnica, com diretores com mandato e aprovados pela Alba. Só assim será possível retomar esse convênio e fortalecer a fiscalização”, disse. Luciano Ribeiro afirmou ainda que a ausência de uma fiscalização mais próxima tem impactado principalmente municípios do interior, onde as falhas no fornecimento de energia têm sido recorrentes.

  • União Brasil indica Elmar Nascimento ao TCU e disputa vaga com candidata do PL

    O União Brasil indicou o deputado federal Elmar Nascimento para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), dentro do prazo final para indicações, encerrado na quarta-feira (8). A escolha foi definida de forma consensual após discussões internas da legenda realizadas na terça-feira (7). Elmar já era citado como possível nome para o TCU desde o início das articulações sobre a sucessão do ex-ministro Aroldo Cedraz, que se aposentou no primeiro trimestre deste ano. Em nota, a liderança do União Brasil na Câmara dos Deputados destacou que o deputado possui “perfil técnico” para assumir o cargo, ressaltando seu equilíbrio nas decisões e compromisso com o interesse público. A movimentação do partido ocorre após o PL lançar a candidatura da deputada Soraya Santos (PL-RJ) para a vaga. Segundo reportagem do Uol, a estratégia da sigla era buscar uma composição com partidos do Centrão para unificar o apoio em torno do nome da parlamentar. Para ser eleito ao TCU, o candidato precisa obter maioria mínima no plenário da Câmara, com pelo menos 257 votos.

  • Após renovação do contrato da Coelba, Manuel Rocha destaca expectativa do setor agropecuário

    O deputado estadual Manuel Rocha (União Brasil), presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), destacou na quarta-feira (8) que o setor agropecuário baiano vive a expectativa de novos investimentos com a renovação do contrato de concessão da Neoenergia Coelba por mais 30 anos. A previsão é de cerca de R$ 16 bilhões em investimentos na rede elétrica baiana. Para o parlamentar, a renovação reacende a expectativa do setor agropecuário, que há anos cobra melhorias na qualidade do fornecimento de energia e a ampliação da infraestrutura elétrica, considerada essencial para destravar empreendimentos e impulsionar a geração de empregos no interior. “O agro baiano tem um potencial enorme de crescimento, mas há muito tempo esbarra em um gargalo grave: a falta de energia de qualidade e de capacidade instalada para atender novos projetos. A Comissão de Agricultura vem cobrando isso de forma firme e constante, porque sabemos que existem investimentos prontos para sair do papel, mas que dependem diretamente da infraestrutura elétrica”, afirmou Manuel Rocha. O deputado lembrou que produtores rurais, especialmente em regiões como o Oeste e o Vale do São Francisco, enfrentam dificuldades com oscilações, interrupções e ausência de rede suficiente para atender projetos de irrigação, agroindústria e expansão produtiva. “Estamos falando de desenvolvimento. Sem energia, não há irrigação, não há agroindústria, não há geração de valor no campo. Existem empreendimentos que podem gerar milhares de empregos aguardando apenas a garantia de fornecimento elétrico adequado para avançar”, destacou. Manuel Rocha ressaltou que a Comissão de Agricultura já realizou audiências públicas e reuniões com representantes da concessionária, cobrando um cronograma claro de investimentos e melhorias nos serviços prestados. “Sempre fomos muito claros nas nossas cobranças: o setor produtivo precisa de respostas. O que esperamos agora é que esses investimentos anunciados saiam do papel e se transformem em obras concretas, com expansão da rede, modernização e melhoria real no atendimento, principalmente no interior do Estado”, pontuou. O parlamentar afirmou ainda que a renovação da concessão cria uma oportunidade para corrigir falhas históricas e dar um novo impulso ao desenvolvimento econômico da Bahia. “A expectativa do setor agropecuário, dos grandes aos pequenos produtores, é enorme. Se esses investimentos forem executados de forma séria e planejada, teremos condições de destravar projetos importantes, atrair novos investidores, fortalecer a produção e gerar emprego e renda. A Bahia precisa disso, e o campo está pronto para crescer”, concluiu Rocha.

  • Junior Marabá receberá Título de Cidadão Baiano nesta sexta-feira

    O prefeito Junior Marabá receberá nesta sexta-feira, 10, o Título de Cidadão Baiano oferecido pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). A honraria foi proposta pelo deputado estadual Antônio Henrique Júnior (PP) e aprovada por unanimidade, em 29 de abril de 2025. “Uma justa homenagem a quem tem dedicado sua vida pública ao desenvolvimento da nossa região, ao bem-estar do povo de Luís Eduardo Magalhães, e de toda a Bahia. Junior é um gestor comprometido, moderno, que tem feito um trabalho que orgulha todo Oeste Baiano. Essa honraria reforça um reconhecimento ao seu compromisso com a Bahia”, declarou o parlamentar. “Cheguei aos 12 anos de idade em Luís Eduardo Magalhães e foi aqui na Bahia que construí a minha vida. Hoje, sou casado, pai de dois baianos, Davi e Arthur, e Prefeito da cidade que mais cresce no Estado. Agradeço a homenagem realizada pelo meu amigo, Deputado Antônio Henrique Júnior, e também a aprovação pela Assembleia Legislativa da Bahia”, celebrou o homenageado, que é natural de Rio Verde, em Goiás. Com apenas 35 anos, Junior Marabá já está no seu segundo mandato como prefeito de Luís Eduardo Magalhães, tendo sido reeleito em 2024 com 83,52% dos votos válidos. Quem é Junior Marabá Ondumar Ferreira Borges Junior nasceu no dia 23 de agosto de 1990 na Cidade de Rio Verde, Goiás, mas viveu em Acreúna, também no Goiás, até seus 12 anos de idade. Em 2002 mudou para Luís Eduardo Magalhães com seus pais, Ondumar Ferreira Borges (in memoriam) e Miriam Silva Souza Borges (in memoriam) e com seus irmãos, Jader Souza Borges e Hernanee Souza Borges. Cresceu junto com a Cidade e desde seus 12 anos ocupou funções no Supermercado da família, aliando estudo e trabalho. Concluiu o Ensino Superior no Município, formando para Direito na UNIFAAHF em 2015. Casou-se em 2011, ainda muito jovem, aos 20 anos de idade, com Cinthya Nunes Faria, e constituiu a sua família. Hoje Junior e Cinthya têm dois filhos, Davi Faria Borges e Arthur Faria Borges. Já em 2020 Junior Marabá venceu a eleição com 59% dos votos válidos, sendo reeleito em 2024 com 83,5%, a maior frente aberta na história do município. Hoje, Junior Marabá comanda a quinta economia do Estado, sendo o município que mais cresce no Estado e o terceiro em nível Nacional. Luís Eduardo Magalhaes tem em seu comando um jovem de 35 anos que tem o seu olhar voltado para o futuro da Bahia.

  • Abílio Santana retorna ao Republicanos e mira a Câmara Federal

    Após anunciar pré-candidatura a deputado estadual, o ex-deputado federal Abílio Santana protagonizou uma reviravolta no cenário político baiano e decidiu disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A mudança de estratégia ocorre após articulações políticas recentes e, segundo interlocutores, a convite do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil). Com isso, Abílio deve disputar o pleito pelo Republicanos, retomando o projeto de voltar a Brasília e dar continuidade ao trabalho que já desenvolveu no Congresso Nacional. Conhecido como uma das principais vozes da bancada evangélica na Bahia, Abílio Santana tem trajetória consolidada na Câmara Federal. Durante seu mandato, foi vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica e atuou como titular da Comissão de Direitos Humanos por quatro anos consecutivos, sempre com atuação voltada à defesa de pautas sociais e religiosas. A avaliação de aliados é de que o retorno à disputa federal fortalece não apenas o nome do ex-parlamentar, mas também amplia a representatividade do segmento evangélico no Congresso. “É um nome que já tem história em Brasília e que pode retomar esse protagonismo”, apontam. A movimentação marca uma mudança de rota em relação ao plano inicial, quando Abílio havia se filiado ao Democracia Cristã (DC) e lançado pré-candidatura à Assembleia Legislativa da Bahia, a convite do presidente estadual da sigla, Marcelo Guimarães.

  • Cacá Leão vê ‘sentimento de mudança’ na Bahia e acredita em vitória de ACM Neto

    O presidente do Progressistas Bahia e pré-candidato a deputado federal, Cacá Leão, afirmou na quarta-feira (8), em entrevista à rádio Antena 1, que está otimista com a vitória de ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo Governo da Bahia. Segundo ele, o cenário político atual é diferente do observado em 2022 e reflete um “sentimento de mudança” entre os baianos. “Hoje há um sentimento de frustração do povo com um governo em nível nacional que prometeu muito e entregou muito pouco. E é isso que faz, inclusive, muita gente duvidar da candidatura à reeleição de Lula. E o governador Jerônimo Rodrigues vai ter que defender o legado dos seus quatro anos de governo, que é um governo que prometeu tudo e não entregou praticamente nada”, afirmou. Cacá atribuiu esse cenário ao desgaste de mais de 20 anos de gestões do PT no estado e aos problemas estruturais enfrentados pela população, como violência, desemprego e dificuldades na saúde e educação. “Há um sentimento de mudança presente no coração dos baianos, temos um governo que se preocupou muito em fazer política e não se preparou para estruturar, seja as questões sociais do estado, sejam as importantes obras de infraestrutura”, disse. Cacá Leão também questionou a repetição de promessas históricas, como grandes obras de infraestrutura, e sugeriu que esse tipo de discurso já não encontra mais ressonância junto ao eleitorado. “Será que Jerônimo vai se lançar esse ano, mais uma vez, prometendo Ponte Salvador-Itaparica, ferrovia oeste-leste? O povo baiano cansou das promessas”, afirmou. O pré-candidato destacou ainda a força da chapa liderada por ACM Neto, ressaltando alianças políticas e nomes que, segundo ele, fortalecem o grupo oposicionista. “ACM Neto conseguiu ter ao seu lado um vice que vem do interior, a unidade com o João Roma e com o senador Angelo Coronel, garantiu o apoio do Partido Novo, com a desistência de José Carlos Aleluia em disputar o governo, então acho que, este ano, é um sentimento completamente diferente de 2022”, ressaltou.

  • Em entrevista, Lula diz que ainda não decidiu sobre candidatura

    Durante entrevista nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que ainda não decidiu oficialmente se será candidato à Presidência nas eleições deste ano, embora tenha indicado que a possibilidade segue forte. Ao comentar o tema, Lula destacou que a definição deve ocorrer na convenção partidária prevista para junho e que, para confirmar a candidatura, pretende apresentar um novo programa de governo. Segundo ele, a proposta precisa ir além de ações pontuais e enfrentar problemas estruturais, como a recorrência da fome no país. Questionado sobre a possibilidade de não disputar o pleito, o presidente evitou uma resposta direta, mas sinalizou que sua candidatura é provável. Ele também ressaltou a intenção de reconstruir uma ampla aliança política para impedir o retorno de grupos que classificou como “fascistas” ao poder. Lula afirmou ainda que sua principal vantagem no cenário eleitoral é a experiência acumulada ao longo da trajetória política.

  • Confirmada a pré-candidatura de Cinthya Marabá pelo PL

    A ex-secretária de Cidadania de Luís Eduardo Magalhães, Cinthya Marabá (PL), teve a sua candidatura a deputada estadual confirmada agora pela manhã, em Brasília, após reunião com o pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, com o presidente nacional do PL, Waldemar da Costa Neto, e do presidente estadual do Partido Liberal na Bahia, João Roma. Para a reunião em Brasília, Cinthya Marabá, que é a primeira-dama de Luís Eduardo Magalhães, foi acompanhada pelo prefeito Junior Marabá (PP). “Hoje confirmamos nossa pré-candidatura pelo Partido Liberal. Acredito que de agora em diante iremos dar continuidade aos trabalhos que já iniciamos pelo Oeste da Bahia de forma mais objetiva, a partir da confirmação da legenda”, comentou Cinthya Marabá. A pré-candidatura de Cinthya Marabá pelo PL surge de forma natural, em função da própria identidade política de Luís Eduardo Magalhães. O município foi responsável pela única vitória do ex-presidente Jair Bolsonaro, em todo estado da Bahia, no segundo turno das eleições de 2022.

  • Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020

    A balança comercial brasileira registrou, em março, o menor superávit para o mês em seis anos, influenciada pela queda nas exportações de café e pelo aumento das importações de veículos, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No período, o saldo positivo ficou em US$ 6,405 bilhões, recuo de 17,2% em relação a março de 2025. Apesar da queda no superávit, as exportações somaram US$ 31,603 bilhões, alta de 10% na comparação anual e o segundo maior valor já registrado para meses de março. Já as importações atingiram US$ 25,199 bilhões, avanço de 20,1% e o maior valor da série histórica iniciada em 1989. Por setores, o desempenho das exportações foi puxado principalmente pela indústria extrativa, com crescimento de 36,4%, impulsionado pelo petróleo. A agropecuária avançou 1,1%, enquanto a indústria de transformação registrou alta de 5,4%. Entre os principais produtos exportados, destacaram-se animais vivos, algodão, soja, minérios, petróleo bruto, carne bovina, combustíveis e ouro. No entanto, as vendas de café caíram 30,5% em relação a março do ano anterior, reflexo de uma redução de 31% no volume embarcado. As exportações de petróleo cresceram significativamente, com aumento de US$ 1,971 bilhão na comparação anual, embora o governo projete desaceleração nos próximos meses devido à cobrança temporária de imposto de exportação, adotada após o início do conflito no Oriente Médio. Do lado das importações, o crescimento foi impulsionado principalmente pela compra de veículos, que aumentou em US$ 755,7 milhões em relação a março de 2025. Também houve alta relevante na aquisição de medicamentos, fertilizantes e combustíveis. No acumulado do primeiro trimestre, a balança comercial registrou superávit de US$ 14,175 bilhões, alta de 47,6% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações totalizaram US$ 82,338 bilhões (+7,1%), enquanto as importações somaram US$ 68,163 bilhões (+1,3%). O resultado é o terceiro maior da série histórica para o período. O Mdic revisou ainda suas projeções para 2026, estimando superávit de US$ 72,1 bilhões, acima do resultado de 2025. A expectativa é de exportações de US$ 364,2 bilhões e importações de US$ 280,2 bilhões. As previsões são mais otimistas que as do mercado financeiro, que, segundo o boletim Focus do Banco Central, projeta saldo positivo de US$ 70 bilhões para o ano.

  • RJ: STF decide se eleição para mandato-tampão será direta ou indireta

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (8) se a eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro será realizada de forma direta ou indireta. O julgamento está previsto para começar às 14h. A análise ocorre no âmbito de uma ação apresentada pelo diretório estadual do Partido Social Democrático (PSD), que defende a realização de eleição direta, com participação popular, em vez de votação indireta pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Após a decisão do STF, caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou à própria Alerj convocar o pleito. O eleito exercerá o cargo até o fim de 2026. Em janeiro de 2027, o governador escolhido nas eleições regulares de outubro tomará posse para um mandato de quatro anos. O caso tem origem na decisão do TSE, em 23 de março, que tornou inelegível o então governador Cláudio Castro e determinou a realização de eleição indireta para o mandato-tampão. O PSD recorreu ao STF para garantir a realização de eleição direta. Na véspera do julgamento, Castro renunciou ao cargo para cumprir o prazo de desincompatibilização e viabilizar candidatura ao Senado. A medida foi interpretada como uma tentativa de influenciar o formato da eleição. A realização do novo pleito ocorre em meio ao esvaziamento da linha sucessória no estado. O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo em 2025 para assumir uma vaga no Tribunal de Contas estadual, deixando a posição vaga. O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, que seria o próximo na sucessão, também foi cassado na mesma decisão do TSE que atingiu Castro e já deixou o cargo. Antes disso, ele havia sido afastado da presidência da Casa por decisão do ministro Alexandre de Moraes, no contexto de investigações relacionadas ao ex-deputado TH Joias. Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o governo do Estado.

  • Vacinação contra influenza é intensificada em Ilhéus

    A campanha de vacinação contra a influenza, popularmente conhecida como gripe, teve início no final de março e segue até o mês de maio, em Ilhéus. A mobilização ocorre em um momento de alerta na saúde pública, diante do aumento expressivo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o estado da Bahia. De acordo com a técnica de imunização da Rede de Frio de Ilhéus, Walkíria Cardeal, é fundamental que a população pertencente aos grupos prioritários procure as unidades de saúde o quanto antes para garantir a proteção. “A campanha começou no final de março e segue até maio, mas é importante que as pessoas não deixem para a última hora. Precisamos que esse público venha logo receber a dose”, reforçou. Dados recentes apontam um cenário preocupante. Os casos de SRAG por influenza cresceram 191,95% na Bahia. Foram registrados 254 casos entre 1º de janeiro e 27 de março deste ano, contra 87 no mesmo período de 2025, conforme boletins da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. A SRAG representa as formas mais graves das infecções respiratórias e pode levar à morte. Neste primeiro momento, a vacinação está direcionada aos grupos prioritários, que incluem crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto) e idosos com 60 anos ou mais — considerados mais vulneráveis a complicações e internações. Também fazem parte do público-alvo trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua. A lista contempla ainda pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, além de profissionais das forças de segurança e forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, trabalhadores dos correios, do sistema prisional e a população privada de liberdade. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é imunizar 95% do público prioritário, com destaque para crianças, idosos e gestantes. Apesar disso, a adesão ainda é considerada baixa. “O Ministério da Saúde avalia constantemente a procura. Se a cobertura for baixa, pode demorar mais para ampliar a vacinação para outros grupos. Por isso, é essencial que o público prioritário faça sua parte”, destacou a técnica. Em Ilhéus, a população conta com diversas salas de vacinação distribuídas pelo município, funcionando de segunda a sexta-feira, no turno da manhã. Estão disponíveis nas seguintes unidades: * UBS Olivença * ESF Nossa Senhora da Vitória * UBS Herval Soledade (Pontal) * ESF Nelson Costa * CAE III (antigo SESP) * UBS Conquista * UBS Avenida Esperança * UBS Princesa Isabel * ESF Teotônio Vilela IV * UBS Mário Alves (ao lado do Hospital Costa do Cacau) Além disso, toda quinta-feira há vacinação itinerante na unidade de saúde do bairro Salobrinho, ampliando o acesso da população à imunização. A vacinação contra influenza no Brasil teve início em 1999 e, desde então, o público-alvo vem sendo ampliado progressivamente. A vacina é considerada uma das formas mais seguras e eficazes de prevenção, pois estimula o organismo a produzir resposta imunológica contra o vírus, reduzindo o risco de complicações. Especialistas também alertam para o impacto negativo das fake news, que contribuem para a queda na procura pela vacina. “É fundamental combater as informações falsas e esclarecer que a vacina é segura, eficaz e passa por rigorosos controles de qualidade. Ela continua sendo a principal forma de prevenção”, enfatizou Walkíria. Com a proximidade do inverno, período em que há maior circulação de vírus respiratórios, a imunização se torna ainda mais importante. A recomendação das autoridades de saúde é clara: proteger-se agora é essencial para evitar o agravamento de doenças nos próximos meses.

  • Trump recua e aceita suspender ataques ao Irã por duas semanas

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira (7) que concordou em suspender, por duas semanas, os bombardeios e ataques contra o Irã. Segundo ele, a decisão ocorreu após conversas com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e com o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, que propuseram um cessar-fogo temporário. De acordo com Trump, a suspensão das ações militares está condicionada à reabertura “completa, imediata e segura” do Estreito de Ormuz pelo Irã. O presidente também declarou que a medida deverá funcionar como um cessar-fogo bilateral e mencionou a existência de uma proposta de acordo com dez pontos, que considera uma base viável para negociações. Do lado iraniano, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, informou em nota oficial que o país interromperá os ataques desde que não seja alvo de novas ofensivas ou ameaças. Ele acrescentou que, durante o período de duas semanas, haverá trânsito seguro no Estreito de Ormuz, em coordenação com as Forças Armadas iranianas, respeitando limitações técnicas. Mais cedo, Trump havia feito declarações ameaçando consequências extremas caso o Irã não reabrisse a passagem marítima, incluindo a afirmação de que “uma civilização inteira” poderia ser destruída. Questionado sobre possíveis violações do direito internacional, o presidente não respondeu. Convenções internacionais, como as de Genebra e a Convenção para a Prevenção do Genocídio, proíbem ataques contra civis e infraestruturas civis, além de estabelecerem o princípio da proporcionalidade em ações militares. O Irã é herdeiro da antiga civilização persa, cuja história remonta a cerca de 2,5 mil a 3 mil anos, com ampla contribuição cultural, científica e filosófica para a humanidade.

© 2022 por Fabio China

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